Esses dias tem sido de expectativa. Terça-feira vamos fazer o exame de rotina para saber quanto está a hemoglobina glicada. Como nesses últimos 3 meses a glicemia está mais controlada, teve mais hipoglicemias, acho que a hemoglobina deve ter abaixado. Estou torcendo!!!
Como não sabia mais o que fazer, por minha conta, mas com o conhecimento do médico, aumento 1u de apidra de acordo com a glicemia dela e o que ela vai comer. Idéia doida que por incrível que pareceça tá funcionando. No último exame a hemoglobina deu 9,1.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Obrigada!!
Gente obrigada pelos depoimentos e principalmente pela força!!
Eu sei que agora não adianta ficar procurando culpados, motivos. Mas pelo visto o emocional influencia sim a questão da diabetes. De todos os depoimentos apenas 1 não estava com problemas.
Nicole, você em especial te considero uma guerreira e pelo pouco que sei de você te admiro muiiiiiiiiiiiitoooooo!! E você tem razão em gênero, número e grau em tudo!! Tanto que o pai não segura mais ela. Na realidade ele só segurava porque na perna eu ainda não conseguia dar sozinha porque ela se debatia muito e eu precisava de alguém segurando e só tinha ele.
Mas por incrível que parece de uma hora pra outra eu inventei um abraço bem apertado, assim agora quando chega na hora da aplicação, ela vem pro meu colo, me dá um abraço bem apertado e eu consigo aplicar a insulina. Querida, coisa de Deus mesmo!!!
Preciso mesmo de dicas, orientação. E quanto a questão do médico tá sendo uma questão que estou estudando mesmo, tanto que vou marcar consulta com um outro médico.
Dou notícias gente!!
Beijos
Eu sei que agora não adianta ficar procurando culpados, motivos. Mas pelo visto o emocional influencia sim a questão da diabetes. De todos os depoimentos apenas 1 não estava com problemas.
Nicole, você em especial te considero uma guerreira e pelo pouco que sei de você te admiro muiiiiiiiiiiiitoooooo!! E você tem razão em gênero, número e grau em tudo!! Tanto que o pai não segura mais ela. Na realidade ele só segurava porque na perna eu ainda não conseguia dar sozinha porque ela se debatia muito e eu precisava de alguém segurando e só tinha ele.
Mas por incrível que parece de uma hora pra outra eu inventei um abraço bem apertado, assim agora quando chega na hora da aplicação, ela vem pro meu colo, me dá um abraço bem apertado e eu consigo aplicar a insulina. Querida, coisa de Deus mesmo!!!
Preciso mesmo de dicas, orientação. E quanto a questão do médico tá sendo uma questão que estou estudando mesmo, tanto que vou marcar consulta com um outro médico.
Dou notícias gente!!
Beijos
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Depoimentos de todos!!!
Gostaria muito de entender como o Diabetes surge. Muitos dizem que são fatores genéticos mas também ambientais. Tipo, a pessoa nasce com a predisposição de ter diabetes e um trauma emocional, um stress faz com que se antecipe a diabetes.
Gostaria de conhecer as histórias de vocês.
No momento que descobriram a diabetes vocês passavam por algum problema ou trauma emocional muito grande???
Quando descobrimos a Diabetes na Gabriella confesso que viviamos um momento bem difícil aqui em casa.
Agradeço desde já todos os comentários.
Beijos
Gostaria de conhecer as histórias de vocês.
No momento que descobriram a diabetes vocês passavam por algum problema ou trauma emocional muito grande???
Quando descobrimos a Diabetes na Gabriella confesso que viviamos um momento bem difícil aqui em casa.
Agradeço desde já todos os comentários.
Beijos
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Desabafo de mãe!
Puxa, sinceramente já não sei mais...
Não sei mais onde me encontro se numa paranóia ou se no caminho certo para ajudar minha filha no controle da diabetes.
Bem, sigo a risca a dieta que o médico passou pra Gabriella, controlo os horários das refeições, a meia-noite sempre faço o teste nela pra ver como está sua glicemia e assim evitar uma hipoglicemia.
Se ela não pode açucar, se tem a quantidade certa para comer, se precisa seguir os horários certas das refeições, tudo para que sua diabetes fique dentro do possível controlada, qual seria o liame entre a disciplina e a paranóia??
Se ela janta as 18:30hs, tenho que me adequar a esse horário certo? Mas o que devo fazer no caso de sairmos para passear, ou se estivermos na casa de outras pessoas?? Como agir??
Confesso que se não tenho como dar um jeito, não saio para evitar de prejudicá-la no horário da refeição. Isso é paranóia??????
Mas se ela janta as 18:30hs posso esperar e dar a jantar lá pelas 20hs?? Eu acho que não, justamente pela questão da disciplina do horário. Mas e ai???
A meia-noite faço o teste nela, isso é paranóia???? Já evitei muitas hipoglicemias nela com esse teste a meia-noite.
To na dúvida em colocá-la na escola (ela tem 3 anos) porque ela não sabe identificar quando está com hipoglicemia e na maioria das vezes não apresenta sequer um sintoma. Outro dia, acordamos normalmente, ela sempre bem humorada quando acorda, brincando, quando fiz o teste a glicemia dela tava 55. E aí??? Paranóia minha?
Olha to a beira de um ataque...
Me sinto constrangida as vezes de ir a certos lugares ou na casa de amigos ou parentes, porque nós temos nossa rotina, ela tem e precisa seguir os horários, sendo que as pessoas não são obrigadas a compartilhar isso.
Sei também que ela tem que levar uma vida normal, sem precisar se privar de nada, mas como agir????
Não sei mais onde me encontro se numa paranóia ou se no caminho certo para ajudar minha filha no controle da diabetes.
Bem, sigo a risca a dieta que o médico passou pra Gabriella, controlo os horários das refeições, a meia-noite sempre faço o teste nela pra ver como está sua glicemia e assim evitar uma hipoglicemia.
Se ela não pode açucar, se tem a quantidade certa para comer, se precisa seguir os horários certas das refeições, tudo para que sua diabetes fique dentro do possível controlada, qual seria o liame entre a disciplina e a paranóia??
Se ela janta as 18:30hs, tenho que me adequar a esse horário certo? Mas o que devo fazer no caso de sairmos para passear, ou se estivermos na casa de outras pessoas?? Como agir??
Confesso que se não tenho como dar um jeito, não saio para evitar de prejudicá-la no horário da refeição. Isso é paranóia??????
Mas se ela janta as 18:30hs posso esperar e dar a jantar lá pelas 20hs?? Eu acho que não, justamente pela questão da disciplina do horário. Mas e ai???
A meia-noite faço o teste nela, isso é paranóia???? Já evitei muitas hipoglicemias nela com esse teste a meia-noite.
To na dúvida em colocá-la na escola (ela tem 3 anos) porque ela não sabe identificar quando está com hipoglicemia e na maioria das vezes não apresenta sequer um sintoma. Outro dia, acordamos normalmente, ela sempre bem humorada quando acorda, brincando, quando fiz o teste a glicemia dela tava 55. E aí??? Paranóia minha?
Olha to a beira de um ataque...
Me sinto constrangida as vezes de ir a certos lugares ou na casa de amigos ou parentes, porque nós temos nossa rotina, ela tem e precisa seguir os horários, sendo que as pessoas não são obrigadas a compartilhar isso.
Sei também que ela tem que levar uma vida normal, sem precisar se privar de nada, mas como agir????
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
O pai
Bem, o pai ainda não vestiu a camisa...
Fico muito triste e preocupada porque se numa emergência eu falte ele não vai saber como agir pra cuidar da Gabi. Porque ele não sabe nada de nada de nada...
Mas, cada um tem seu tempo né...
Fico muito triste e preocupada porque se numa emergência eu falte ele não vai saber como agir pra cuidar da Gabi. Porque ele não sabe nada de nada de nada...
Mas, cada um tem seu tempo né...
1 ano hoje!
Hoje faz 1 ano que descobrimos a diabetes na Gabi.
1 ano não de mudanças mas de adaptações.
A alimentação da Gabi continua a mesma coisa, nada mudou. Apenas tirei o danoninho e inclui o adoçante que não fez muita diferença pois a marca que usamos mais parece açucar. O Linea de pacotinho.
Agora, as aplicações de insulina parece até que pioraram porque é um escândalo só, principalmente na hora do almoço que é quando o pai que segura a Gabi. A danadinha vira bicho, grita "socorro", "ai Meu Deus", "não to aguentando", coisas do gênero... Depois bate no pai, chama ele de feio, ufaaa!
Ainda não fazemos a contagem de carboidrato porque o médico disse que ela ainda é muito pequena, mas que mais pra frente vamos fazer.
A hemoglobina glicada que não sei mais. Quando descobrimos tava, 6,4%. Depois foi para 9,2%. Agora baixou para 9,1%. Nada obviamente. Só que estou me descabelando e não sei mais o que fazer e o médico disse que tenho que baixar mais.
Isso eu sei, mas como caraca???
Tudo dela é absurdamente controlado, nem doce diet dou pra ela. O médico proibiu o chocolate, o que eu já quase nem dava.
Na última consulta aumentou a dose da lantus para 6u no almoço, ficou uma maravilha a glicemia dela. Teve um dia que ela ficou 24hs sem precisa tomar a insulina apidra. Mas em compensação deu 2 dias seguidos de hipoglicemia de manhã. Ai tive que abaixar as unidades e agora ela tá tomando 3 u da lantus, que é o mínimo. Mas aí volta a aumentar as glicemias dela. Nossa é difícil achar o bom controle disso...
Não queria que ela tivesse Diabetes nem que hoje ela tivesse completando 1 ano de diabetes, mas nada nessa vida é por acaso, por isso agradeço a Deus por eu ser a mãe dessa menina rica e abençoada que é minha filha Gabriella, a enviada por Deus!!!!
1 ano não de mudanças mas de adaptações.
A alimentação da Gabi continua a mesma coisa, nada mudou. Apenas tirei o danoninho e inclui o adoçante que não fez muita diferença pois a marca que usamos mais parece açucar. O Linea de pacotinho.
Agora, as aplicações de insulina parece até que pioraram porque é um escândalo só, principalmente na hora do almoço que é quando o pai que segura a Gabi. A danadinha vira bicho, grita "socorro", "ai Meu Deus", "não to aguentando", coisas do gênero... Depois bate no pai, chama ele de feio, ufaaa!
Ainda não fazemos a contagem de carboidrato porque o médico disse que ela ainda é muito pequena, mas que mais pra frente vamos fazer.
A hemoglobina glicada que não sei mais. Quando descobrimos tava, 6,4%. Depois foi para 9,2%. Agora baixou para 9,1%. Nada obviamente. Só que estou me descabelando e não sei mais o que fazer e o médico disse que tenho que baixar mais.
Isso eu sei, mas como caraca???
Tudo dela é absurdamente controlado, nem doce diet dou pra ela. O médico proibiu o chocolate, o que eu já quase nem dava.
Na última consulta aumentou a dose da lantus para 6u no almoço, ficou uma maravilha a glicemia dela. Teve um dia que ela ficou 24hs sem precisa tomar a insulina apidra. Mas em compensação deu 2 dias seguidos de hipoglicemia de manhã. Ai tive que abaixar as unidades e agora ela tá tomando 3 u da lantus, que é o mínimo. Mas aí volta a aumentar as glicemias dela. Nossa é difícil achar o bom controle disso...
Não queria que ela tivesse Diabetes nem que hoje ela tivesse completando 1 ano de diabetes, mas nada nessa vida é por acaso, por isso agradeço a Deus por eu ser a mãe dessa menina rica e abençoada que é minha filha Gabriella, a enviada por Deus!!!!
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Refeições da Gabi
Resolvi postar algumas fotos das refeições da Gabi porque não consigo entender o motivo da glicemia dela dar alta de vez em quando. Sigo a risca a dieta que o médico passou, mas mesmo assim ainda me surpreendo com uma glicemia alta. A Gabi não faz a contagem de carboidratos, o médico fez uma tabela com as glicemias e as respectivas doses de insulina.
Hoje ela almoçou, 3colh de arroz de cenoura, 1/2 concha de feijão, almondega, couve-flor, brócolis, 1col.de café de farofa, e suco de laranja.
Agora nessa foto, me digam se tem excessos nesse prato!!
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Mãe de criança diabética pode trabalhar fora?
Bem essa é minha grande dúvida.
Aliás muitas dúvidas.
Com quem deixar? Na escola? Com babá?
Na escola, será que os professores vão cuidar dela com a atenção que a diabetes requer, até já postei aqui essas dúvidas.
Com a babá, é uma hipótese remota, porque teria que ser uma que tivesse conhecimento sobre diabetes. Até a contratação de uma enfermeira pensei, mas aí tem o salário que seria maior.
Nossa que loucura! Será que perdi o rumo??
Fico pensando se estou sendo egoísta de estar pensando na minha profissão e deixando de lado os cuidados com a minha filha.
Mas também sei que tenho que oferecer à minha filha uma vida normal.
Bem, ainda não encontrei respostas às minhas dúvidas.
Queria conhecer histórias de mães que se encontram nessa situação e conseguiram(se conseguiram) organizar essas questões.
Aliás muitas dúvidas.
Com quem deixar? Na escola? Com babá?
Na escola, será que os professores vão cuidar dela com a atenção que a diabetes requer, até já postei aqui essas dúvidas.
Com a babá, é uma hipótese remota, porque teria que ser uma que tivesse conhecimento sobre diabetes. Até a contratação de uma enfermeira pensei, mas aí tem o salário que seria maior.
Nossa que loucura! Será que perdi o rumo??
Fico pensando se estou sendo egoísta de estar pensando na minha profissão e deixando de lado os cuidados com a minha filha.
Mas também sei que tenho que oferecer à minha filha uma vida normal.
Bem, ainda não encontrei respostas às minhas dúvidas.
Queria conhecer histórias de mães que se encontram nessa situação e conseguiram(se conseguiram) organizar essas questões.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Vestindo a camisa!
Sabe, quando se descobre que um ente querido tornou-se diabético tudo muda, impreterivelmente. Nada mais há que se fazer, a não ser vestir a camisa pra essa batalha. Até porque a batalha deles é pior que a nossa.
Quando descobri que minha gatinha estava diabética, de início pensei "foi castigo". Por consequência veio a culpa. Achava que o meu sofrimento pessoal, tivesse provocado o stress na Gabi. Mas no hospital não tive tempo de digerir muito as coisas, nós sofremos muito lá no hospital. Coisas de hospital público com eminência de greve. Aí já viu!!
Demorou muito tempo até que eu me perdoasse pelo stress que causei a minha filha por causa dos meus problemas pessoais. Não posso dizer que hoje já me perdoei, mas hoje tenho consciência de que as chances dela desenvolver a diabetes eram maiores do que eu poderia imaginar. O irmão, mesmo não sendo meu filho, tem diabetes. E mais recentemente descobri que minha mãe biológica tem a diabetes tipo 2. Aumentando a probabilidade.
O medo que tinha de injeção deixei no hospital. Milagre?? Não. Amor mesmo. Ela precisa de mim.
Mas me sinto sozinha com ela nessa batalha. O pai não vestiu a camisa. Respeito sua fragilidade. Mas me pergunto, a presença do pai não é importante?
Por que não podemos dividir as responsabilidades? Ele não faz o teste, não aplica a insulina, não sabe dos horários nem o que ela come.
Fico triste, mas estou aqui, a espera que ele me procure uma dia para aprender a cuidar da nossa filha.
Até!
Quando descobri que minha gatinha estava diabética, de início pensei "foi castigo". Por consequência veio a culpa. Achava que o meu sofrimento pessoal, tivesse provocado o stress na Gabi. Mas no hospital não tive tempo de digerir muito as coisas, nós sofremos muito lá no hospital. Coisas de hospital público com eminência de greve. Aí já viu!!
Demorou muito tempo até que eu me perdoasse pelo stress que causei a minha filha por causa dos meus problemas pessoais. Não posso dizer que hoje já me perdoei, mas hoje tenho consciência de que as chances dela desenvolver a diabetes eram maiores do que eu poderia imaginar. O irmão, mesmo não sendo meu filho, tem diabetes. E mais recentemente descobri que minha mãe biológica tem a diabetes tipo 2. Aumentando a probabilidade.
O medo que tinha de injeção deixei no hospital. Milagre?? Não. Amor mesmo. Ela precisa de mim.
Mas me sinto sozinha com ela nessa batalha. O pai não vestiu a camisa. Respeito sua fragilidade. Mas me pergunto, a presença do pai não é importante?
Por que não podemos dividir as responsabilidades? Ele não faz o teste, não aplica a insulina, não sabe dos horários nem o que ela come.
Fico triste, mas estou aqui, a espera que ele me procure uma dia para aprender a cuidar da nossa filha.
Até!
segunda-feira, 31 de maio de 2010
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